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IMINENTE
FESTIVAL
URBANO
DE ARTE
E MÚSICA

LISBOA
PANORÂMICO
DE MONSANTO

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FESTIVAL
URBANO
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E MÚSICA

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LISBOA

PANORÂMICO DE MONSANTO

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Pois é, é o Festival Iminente outra vez. Pode até não ser boa ideia juntar no mesmo sítio activistas de uma cultura emergente e urbana. Mas nós somos assim, gostamos de fazer aquilo em que acreditamos. Nova música e nova arte. Lusofonia irrequieta, explosiva. Manifestos pela liberdade de expressão e direitos humanos. Diversidade. No Miradouro Panorâmico de Monsanto, de 19 a 22 de Setembro de 2019, onde sempre se fez futuro.

Depois de no final do ano passado, e já este ano, ter estado a correr o mundo – Londres, Xangai e Rio de Janeiro – o Iminente regressa agora a Lisboa com uma proposta de quatro dias de intimidade cultural colectiva, reflectindo sobre os conceitos de Identidade e Diversidade. E não há nada como voltar a casa.

Ao longo dos quatro dias, vão passar pelos cinco palcos do festival artistas musicais e visuais, b-boys, performers, bailarinos e debates. Ao todo são mais de 100, de 11 nacionalidades; das artes visuais, das artes performativas e da música, talentos firmados ou ainda a despontar, num festival urbano de arte e música com a curadoria de Alexandre Farto aka Vhils e da plataforma Underdogs, co-organizado com a Câmara Municipal de Lisboa.

No que toca ao alinhamento musical, a diversidade está patente no festival, com uma programação eclética que vai do trap, ao rap, ao hip-hop, ao fado, a projectos experimentais e às músicas do mundo. Muitas destas intervenções têm raízes na lusofonia, uma componente importante na afirmação do festival desde o início.

Os artistas visuais reflectiram sobre o conceito de identidade de forma abrangente, seja ela individual – a reflexão sobre o eu, a singularidade de cada ser, o reconhecimento do eu e das suas especificidades –, ou colectiva – a pertença a uma comunidade, uma identidade política, cultural, urbana. Explorando uma diversidade de suportes e abordagens – incluindo graffiti, escultura, pintura, fotografia, instalação, performance, e vídeo, entre outros – cada uma das obras examina estas questões enquanto dialoga com as outras neste espaço fora do comum que, ao longo dos anos, desenvolveu também ele uma forte identidade.

Boa descoberta!